A vida moderna tem limitado muito a rotina das pessoas, principalmente quando o assunto é saúde. A falta de tempo no dia a dia é um dos principais fatores que colabora para o desenvolvimento do sedentarismo, que causa inúmeros problemas físicos para o corpo, justamente pela falta de esforço e movimento. É comum culparmos a falta de tempo para priorizarmos outros pontos essenciais na nossa vida. Mas, com o passar dos anos essas escolhas passam a gerar consequências.

A falta de atividades físicas é responsável por colaborar com o desenvolvimento de alguns problemas cardíacos, metabólicos (diabetes, aumento de colesterol, aumento de triglicerídeos), sarcopenia (atrofia muscular), entre outras. É por isso que profissionais cardiologistas, ortopedistas e endocrinologistas reforçam a necessidade e importância da atividade física regular.

Ainda assim, é preciso saber que a atividade física, quando mal direcionada e trabalhada, também pode gerar problemas para a saúde. Ou seja, fazer atividades é importante, mas, é preciso ter consciência e cuidados para não executar de uma forma errada.

Pessoas que estão iniciando um novo esporte e até mesmo os atletas mais experientes, mas que não possuem acompanhamento especializado, podem desenvolver problemas ortopédicos (distensões / rupturas musculares e/ou ligamentares, dores articulares agudas, lombalgias, tendinopatias e bursites)

Os movimentos repetitivos, que muitas vezes acontecem durante o período de trabalho, também podem ser responsáveis por algumas lesões ortopédicas.
Para identificar o problema, o exame mais indicado e utilizado atualmente é a ultrassonografia do sistema musculoesquelético.

Esse método possui um custo relativamente baixo, é bastante rápido de se fazer e não há necessidade de preparo, sendo assim o ponto de partida para a identificação de problemas ortopédicos.

Diversas partes do corpo podem ser avaliadas por meio do exame, que é capaz de identificar lesões, mesmo quando elas estão no início.
Nas articulações examinadas é possível diagnosticar rupturas, distensões, calcificações e processos inflamatórios em tendões, ligamentos, musculares e bursas.

As articulações mais acometidas por dores são ombros, cotovelos, punhos, quadris, joelhos e tornozelos.

Nadadores, jogadores de futebol, corredores e outros atletas que movimentam bastante as coxas também podem sofrer com lesões musculares, como distensões ou rupturas, também possíveis de detectar com o ultrassom musculoesquelético.

Mesmo tendo alta capacidade de identificação, o exame sozinho pode não apresentar todas as informações para que o médico tome as medidas necessárias de tratamento. Mas é ele quem vai ajudar nesse processo de identificação, principalmente quando as lesões estiverem ligadas às causas músculo-tendíneas.

Por isso, nossa dica final é: pratique atividades físicas sem exageros, com cuidado e acompanhamento profissional.

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