Com as constantes novidades no meio tecnológico a serviço do diagnóstico e do tratamento das doenças, principalmente nas atividades diretamente relacionadas aos pacientes, os equipamentos médicos se tornaram cada vez mais eficientes. Este processo acabou motivando e, de certa forma, pressionando as instituições de saúde a adquirir novas e melhoradas tecnologias o tempo todo.

Aplicado desde os anos 80, o procedimento de diagnóstico que conhecemos como Ressonância Magnética trabalha com campos magnéticos fortes e impulsos curtos de rádio, utilizando sobretudo os átomos de hidrogênio dos líquidos corporais para produzir imagens, sem necessidade de utilização de raios X.

A partir deste excepcional método de produção de imagens, várias são as aplicações em medicina diagnóstica, algumas delas podendo ser destacadas, como os estudos do crânio, coluna e sistema musculoesquelético.

Ao longo das últimas décadas, a imagem médica evoluiu muito no critério sensibilidade. Não à toa, a Ressonância Magnética ocupa o posto de um dos métodos mais precisos de diagnóstico por imagem, permitindo a análise de qualquer órgão ou tecido que tenha água em sua composição, o que auxilia na identificação de tumores, doenças degenerativas, ortopédicas, neurológicas e cardiovasculares com mais precisão.

Como não expõe o corpo à radiação, a Ressonância Magnética não oferece risco como os métodos tradicionais, como as radiografias (Raios X) e Tomografia Computadorizada.

A evolução da Ressonância Magnética e a sua utilização para a Medicina têm sido cada vez mais benéficas para a identificação das doenças e traumas, facilitando o planejamento cirúrgico, ou mesmo evitando cirurgias desnecessárias.

Para que se possa entender o alto nível de exatidão destes exames, no caso de um derrame (AVC), o diagnóstico pode incluir, além da área envolvida, uma estimativa do tempo de ocorrência do evento, orientando a conduta terapêutica.

Tamanha evolução acaba sendo benéfica para médicos e pacientes, gerando qualidade diagnóstica e confiança no atendimento, facilitando a identificação de  doenças e maior assertividade no seu tratamento.